Calvície ” Alopecia ” – Veja as definições e Causas

Alopecia ,é um termo normalmente utilizado pela medicina, para definir a queda dos cabelos por motivos diversos.Alopecia androgenética é o nome científico dado à calvície que é uma doença com vários mecanismos envolvidos.Sendo a ação dos andrógenos um dos principais.

Até o momento, não existe um consenso sobre todas as causas da calvície e a evolução clínica da doença depende de vários fatores.O tratamento é bem especifico,com remédio para queda de cabelo.Você pode ir para nossa pagina principal e conferir como vencer a calvície.

A progressão do problema leva à rarefação dos fios, aumento da região frontal da cabeça (popularmente denominada testa) devido ao afastamento da linha de implantação dos cabelos. Os casos mais avançados de calvície se caracterizam pela ausência de cabelos na parte superior  frontal da cabeça restando  apenas fios de cabelos nas partes laterais e posterior da cabeça.

Estão enganados aqueles que acreditam que a calvície é apenas um fator genético. Problemas relacionados a uma alimentação incorreta, ou mesmo a higiene inadequada do couro cabeludo pode causar a calvície. O aumento da oleosidade pode gerar caspa e descamação no couro cabeludo, e esses podem ser fatores que levam a queda de cabelo.

O que causa a Calvície? Não existe apenas uma causa para a calvície, ela pode ser conseqüência de um ou vários fatores. Os principais fatores que levam a calvície são quadros genéticos herdados,passado pelo pai ou mae, distúrbios fisiológicos e emocionais.

O uso em excesso de fixadores (gel de cabelo), o uso contínuo de secadores,tomar  banho com água muito quente provoca o aumento da oleosidade do cabelo, fator que leva à queda dos fios. Alterações no couro cabeludo, devido a tratamentos no cabelo como tingimentos, alisamentos ou permanentes, também, são causas da calvície.

A alteração dos níveis hormonais pode levar até a calvície total. Nos homens com predisposição a testosterona pode agir sobre os folículos capilares, promovendo inicialmente o afinamento, posteriormente a diminuição de crescimento e por fim a queda parcial ou total dos cabelos. Nas mulheres alterações hormonais, principalmente na menopausa, podem causar rarefação.

O tratamento médico pode auxiliar a identificação das causas e soluções para a calvície. A redução da queda dos cabelos pode ser obtida se seguido corretamente as orientações do dermatologista.

Falha na imagem !

 As razões já conhecidas são:

Ela é mais prevalente entre os caucasianos.

  • Decorre de herança genética, com a influência de vários genes, tanto maternos como paternos.
  • Existe uma sensibilidade diferenciada dos folículos pilosos do couro cabeludo à ação dos hormônios androgênicos (DHT).
  • Ocorrem alterações nos sistemas enzimáticos do DNA do bulbo capilar com redução da síntese proteica.
  • Os radicais superóxidos resultantes do metabolismo celular induzem a queda dos cabelos.

Alterações do couro cabeludo

  • O Aumento do tamanho dos músculos eretores do pelo e das glândulas sebáceas .
  • Rarefação do número de fibroblastos e aumento de tecido conetivo entre os folículos.
  • Modificações nas micro circulações sanguínea, e linfática comprometem a nutrição tecidual diminuindo a vitalidade das raízes capilares.
  • Alterações nas concentrações das enzimas 5-alfa-redutase, e aromatase na região fronto-parietal .
  • Gradual surgimento de fibrose peri-folicular, altera a fisiologia dos folículos levando-os à atrofia.

 Alterações dos cabelos e do ciclo capilar 

  • Perda da pigmentação e afinamento progressivo dos cabelos, processo denominado miniaturização.
  • Diminui a fase de crescimento (anágena) e aumenta a fase terminal (telógena) dos fios.
  • O ciclo capilar fica cada vez mais curto.
  • Aumenta a queda e diminui o volume do cabelo.

A calvície feminina

  • A calvície preocupa muito o sexo feminino.
  • Dados científicos ,indicam que ela atinge mais de 5% das mulheres.
  • São muitas as causas de queda de cabelos entre as mulheres além da calvície.
  • As disfunções hormonais ou metabólicas e o estresse são as mais freqüentes.
  • Cabe ao médico tricologista – atuação direcionada aos cuidados dos cabelos – realizar o diagnóstico e, considerado as características  pessoais do cliente, instituir a terapêutica adequada.

 Calvície e Queda de Cabelo Causas mais comuns

Alopecia Areata

A alopécia areata, conhecida vulgarmente como “pelada”, é uma doença proveniente de fatores diversos, que pode atinge igualmente crianças, homens e mulheres, de qualquer idade.Caracterizando-se pela queda repentina dos pelos em áreas localizadas.Formando placas circulares sem cabelos e sem alterações da pele. Entre as possíveis causas, está a predisposição genética, que seria estimulada por fatores desencadeantes, como o estresse emocional e fenômenos autoimunes.

Pode acontecer de atingir o couro cabeludo da cabeça, e também outras regiões do corpo como a área da barba, supercílios, cílios ou qualquer outra região pilosa.

A “pelada” pode ter remissão espontânea ou tornar-se crônica, com o surgimento de novas lesões e evolução para a alopecia total.Que atinge todo o couro cabeludo e até mesmo para a alopecia universal, quando caem todos os pelos do corpo. Estes casos são de controle e tratamento mais difíceis.

Geralmente, a doença está associada a outros sintomas de saúde. O processo de repelação pode ocorrer de forma natural,ou apenas após tratamento decorrido em semanas ou meses e, algumas vezes, os pelos nascem brancos e depois escurecem. É comum ocorrer a recidiva das lesões.

Calvície Androgenética 

A calvície, que já incomoda bastante os homens, acomete também as mulheres e pode ser causada por ansiedade, como por exemplo sofrimento emocional. Normalmente é acompanhada de um quadro depressivo associado. Os cabelos têm grande importância na estética feminina, e são muito valorizados como característica deste sexo. A perda deles traz enorme significado em relação à auto-estima, sendo motivo frequente de busca de tratamento.

Nem sempre diagnosticada precocemente, quando o diagnóstico é realizado, já houve uma perda definitiva significante de cabelosIsso poderia ter sido evitada se fosse tratada corretamente numa fase precoce.

A alopécia androgênica (calvície) é uma condição que atinge principalmente os homens, mas que também pode afetar as mulheres, pelo mesmo motivo (acima explicado). Aproximadamente 30% das mulheres apresentam algum grau de calvície.

Diferente dos homens, que perdem seus cabelos na totalidade, as mulheres têm uma perda parcial dos cabelos. A área mais crítica das mulheres é a a região superior-frontal da cabeça. Outra diferença é que, nas mulheres, é que os cabelo da lateral e posterior do couro cabeludo também podem estar afetadas, fato incomum nos homens. A maioria das mulheres com calvície, costumam  preservar os cabelos da parte frontal da cabeça, enquanto os homens desenvolvem as “entradas”.

O quadro pode se tornar mais intenso, se a mulher apresentar alterações hormonais, como a síndrome do ovário policístico ou na menopausa. Em algumas mulheres, a alopécia androgênica só começa a se manifestar após a menopausa, quando ocorre uma diminuição da produção dos hormônios femininos. Em outros, já pode ser detectada após a puberdade. O afinamento dos fios, dificuldade de crescimento e a rarefação frontal são característicos na fase inicial da alopécia androgenética feminina.

GENÉTICA

Herança de genes provenientes da família, do pai ou da mãe,normalmente na puberdade o organismo começa a produzir a enzima 5-alfa-redutase.

Quando a testosterona se junta com a 5-alfa-redutase, se transforma em dihidrotestosterona (DHT). Os folículos pilosos são sensíveis a DHT e então inicia-se o processo de padrão comum masculino ou feminino de queda de cabelo (calvície). Essa é a causa mais comum. Representa 95% de todos os tipos de queda de cabelo.

A alopécia androgênica, ou calvície masculina é uma manifestação fisiológica que ocorre em indivíduos geneticamente predispostos.Não sendo considerada uma doença. A herança genética pode vir da família paterna, materna ou ambas. Pode iniciar-se na puberdade ou aos 20 ou 30 anos. Não existe cura, mas tratamentos recentes podem impedir temporariamente seu avanço acelerado.

É a DHT que age sobre os folículos pilosos com herança para a calvície, e que inicia a redução progressiva destes. O resultado final deste processo é o afinamento dos fios de cabelo até a sua queda definitiva em forma de velus (penugem). Esse processo é chamado de miniaturização.

Áreas calvas começam a surgir, podendo ser localizadas ou totais. Somente as laterais e a parte posterior da cabeça são preservadas nos homens ,pois os folículos destas regiões são imunes ao gene da calvície. Associado a este quadro o couro cabeludo também fica mais oleoso, chamado de seborreia.

 Dermatite Seborreica

Cerca de 72% dos pacientes, que têm dermatite seborreica apresentam algum grau de queda de cabelo. O tratamento começa com uma boa higiene dos cabelos e do couro cabeludo através de xampus à base de cetoconazol e, octopirox , sulfeto de selênio, entre outros.

O uso de cremes à base destas mesmas substâncias também é indicado e, quando há coceira associada, pode ser usado um produto tópico que contém corticoide. O uso do laser de diodo de baixa potência (LLLT – Low Level Laser Therapy) também vem sendo associado ao tratamento de base para os casos mais resistentes.

Quando a dermatite ultrapassa os limites do couro cabeludo e se apresenta de forma intensa, pode ser necessário o uso de antifúngicos orais à base de itraconazol e ou cetoconazol e.

 Desnutrição

Muitas pessoas não se alimentam adequadamente por mal hábitos adquiridos,isso pode desenvolver deficiência proteica.Vitaminas e minerais que são importantes para a vitalidade dos cabelos. Quando puxados, os fios se desprendem facilmente da raiz. Isto pode ser revertido com a normalização da dieta e um tratamento de reposição em doses elevadas de proteínas, vitaminas, minerais e outros nutrientes.

 Doenças Crônicas

Doenças crônicas como lúpus eritematoso, artrite reumática, diabetes mellitus, infecções graves, entre outras, também causam perda de cabelo. Nestes casos, é necessário o tratamento da doença de base em associação com o tratamento dermatológico para recuperar ou manter os cabelos.

 Doenças da Tireoide

Tanto o hipertireoidismo como o hipotireoidismo podem causar queda de cabelo. Exames laboratoriais específicos podem confirmar o diagnóstico. Esses cabelos perdidos poderão ser recuperados se a tireoide for tratada rapidamente.

 Eflúvio Telógeno

O eflúvio telógeno é quando a queda de cabelo é intensa, as causas que determinam o aparecimento do eflúvio telógeno podem ser várias, como: Pós-parto, interrupção do uso de pílulas anti-concepcionais ou de reposição hormonal, infecções e doenças acompanhadas de febre alta.Traumas físicos e/ou emocionais, pós-operatório, doenças da tireoide, deficiências nutricionais (ferro, zinco e proteínas) ou dietas muito restritivas (com ou sem medicamentos).

Considerando-se que,a queda de cerca de até 100 fios por dia é considerada normal, para que se caracterize o eflúvio, o número de fios que caem deve ser maior que este. A doença não se acompanha de nenhum outro sintoma, mas pode estar associada a outras doenças,.Como a dermatite seborreica que, quando intensa, também pode ser um fator desencadeante do eflúvio.

Agressões físicas

Escovação vigorosa, secadores, luzes, sol em excesso, presilhas e borrachas também podem danificar os cabelos.

A tração excessiva dos fios rompe as fibras e danifica a cutícula (capa do cabelo) deixando os cabelos quebradiços, secos, sem brilho e com pontas bifurcadas (o mesmo pode ocorrer por danos químicos) e por fim, a queda. A mudança de hábitos é obrigatória para recuperar os danos.

 Infecções e Febre Alta

Doenças infecciosas bacterianas,  parasitárias,viróticas,fúngicas podem em algum momento causar queda bastante intensa dos fios de cabelo. Cerca de um a três meses depois da infecção ou de um quadro febril, os cabelos podem cair em grandes volumes.

A reposição ocorre depois que a infecção é tratada naturalmente ou através de tratamento dermatológico específico.

Doenças infecciosas com febre alta durando de 3 a 5 dias podem causar queda de cabelo difusa, que se surgem entre 75 e 90 dias após o episódio febril. Nestes casos, os cabelos nascem novamente, sem tratamento.

Na infecção por sífilis podem ocorrer áreas de rarefação de cabelos e/ou pêlos, constituindo a clássica alopécia em clareira. Após o tratamento da sífilis há recuperação dos cabelos e pêlos.
Na hanseníase pode haver alopécia, em geral acompanhada de anestesia e anidrose.

É comum a perda de pelos no terço externo dos supercílios (madarose). Costuma ser irreversível, mesmo com o tratamento específico.

 Infecções por Fungos

As micoses (tinhas) começam com pequenas placas circulares sem cabelos que lembram uma “pelada“, mas apresentam inflamação e descamação na pele, além de coçar. Parte do cabelo não cai, mas os fios quebram próximos à raiz. A micose é contagiosa, pruriginosa (coça) e mais comum em crianças. Antifúngicos orais e locais curam totalmente.

Calvície Medicamentosa

Alguns medicamentos causam uma queda nos cabelo,ainda que temporário. A quimioterapia, mais conhecida, provoca uma queda total dos cabelos.

Entre as inúmeras drogas que podem levar à queda de cabelos estão: determinados anti-inflamatórios, antibióticos, antidepressivos, anti-hipertensivos, anticoagulantes, anticonvulsivantes, antivirais, anestésicos, altas doses de vitamina A, anabolizantes, hormonais e também na suspensão da pílula anticoncepcional, além de outros.

Eliminando a medicação responsável, os cabelos voltam a nascer e crescer normalmente. Em alguns casos há necessidade de tratamento dermatológico para estimular o nascimento e crescimento dos cabelos.

 Pós-parto

O que acontece é que ao longo da gestação muitas mulheres não perdem cabelos,mas cerca de dois a três meses após o parto.Isso é devido os cabelos entrarem em fase de repouso do ciclo do cabelo e caem em grandes quantidades. Quando puxados, saem facilmente nas mãos.

Esse período do ciclo dura de um a dois meses e tende a estabilizar-se naturalmente. Caso contrário, a ajuda de um dermatologista é necessária.Porque outras causas podem estar associadas, como depressão, carências vitamínicas, estresse, distúrbios hormonais, entre outras.

 Produtos Impróprios

Muitas mulheres e homens usam tratamentos químicos para clarear, tingir, alongar, alisar, enrolar ou encrespar os cabelos. Esses tratamentos não costumam danificar os fios quando usados corretamente.

A intensidade e frequência no uso desses produtos é que determinam o dano. Nesse caso, a suspensão temporária destes produtos em uso se faz necessária. Escovação, secadores, luzes e xampus em excesso também podem danificar os cabelos. A mudança de hábitos é obrigatória para recuperar os danos.

 Químicas

Muitas mulheres e homens usam produtos com substâncias químicas fora das especificações legais para clarear, tingir, alongar, alisar, enrolar ou encrespar os cabelos. Os danos aos fios são imprevisíveis e muitas vezes tão severos que levam à intensa queda dos cabelos, além de queimaduras no couro cabeludo.

Mesmo em condições adequadas, se o uso é frequente, esses produtos também podem danificar os fios e causar queda dos cabelos. Os próprios xampus, quando inadequados, trazem alterações ao cabelo e provocam queda.

Quimioterapia

Este  tipo de tratamento ocasiona na queda de cabelos,e não pode ser evitado,embora equipamentos modernos prometem ajudar nos próximos anos. Para evitar o choque psicológico,no início da queda é melhor raspá-los para não visualizar a perda avassaladora dos fios. Uma prótese capilar (peruca) deve ser providenciada no início do tratamento.

Felizmente, os cabelos voltam a nascer entre 6 a 12 meses após o término da quimioterapia. O cabelo pode nascer diferente do anterior no seu aspecto mas, com o tempo, ele pode recuperar a espessura e a cor originais.

Tricotilomania

Consciente ou inconscientemente, os cabelos do couro cabeludo, bigodes, cílios e sobrancelhas são puxados ou enrolados até serem arrancados com as mãos.

Esta prática é mais comum entre as crianças mas pode ser encontrada em adultos, em quase todas as  vezes esta pratica é motivada por distúrbios emocionais. Tal prática requer ajuda psicológica para o devido tratamento , com um terapeuta ou psiquiatra.

Calvície de causa mecânica

A queda de cabelo também pode ser devido a lesões no couro cabeludo, neste caso o tratamento é procurar afastar as causas. Em casos antigos, nos quais a ação traumatizante se fez por longo tempo, a alopécia pode tornar-se irreversível. Exemplos;

  1.  Recém-nascidos: a perda de cabelo, principalmente na região occipital, provavelmente devido à criança permanecer deitada por longo tempo. É transitória, não necessitando de tratamento.
  2.  Certos penteados que provocam maior tração dos cabelos, comprometendo as regiões fronto-temporais e periferia do couro cabeludo.
  3.  Também pode ser causada pelo uso de chapéus, quepes ou outros agentes compressivos.
  4. Pode ainda ocorrer em doentes que permanecem deitados por longo tempo.
  5.  Tricotilomania: em pessoas que adquirem o hábito de arrancar os próprios cabelos e pelos, surgem áreas de alopécia.Nas quais os cabelos apresentam-se de diferentes comprimentos. O tratamento consiste em investigar e tratar a causa, em geral psicológica. O acompanhamento no psiquiatra é necessário.

 

Causas sistêmicas

Pode ocorrer alopécia difusa em várias doenças que acometem o organismo como um todo:

  •  Lúpus eritematoso sistêmico;
  • Dermatomiosite;
  •  Anemia ferropriva;
  • Doenças carenciais e debilitantes;
  • Diabetes;
  • Hipertiroidismo;
  • Hipotiroidismo;
  •  Doença de Addison;

O tratamento é o da doença sistêmica, ou seja, geralmente combatendo a causa, os cabelos crescem novamente.

Em mulheres, após o parto, é comum a observação de alopécia difusa do couro cabeludo. Geralmente é pouco intensa, dura alguns meses e regride. A regressão do quadro pode ser favorecida com o uso de rubefaciente, a administração de complexos vitamínicos e apoio psicológico.

 

 Fator genético

A calvície é de transmissão genética autossômica dominante, ou seja, basta somente a presença de um gene, vindo de um dos pais, para o filho manifestar a patologia. Se o pai ou a mãe tem calvície, o filho tem 50% de chance adquirir a mesma. Se ambos os pais tem calvície ( sendo que o lado materno positivo pode ser a presença de calvície no avô materno ) a chance aumenta para 75% .

Analisando a embriogênese dos cabelos percebe-se que a área que será afetada pela calvície (região frontal, topo e vertex).Tem origem em uma determinada região do embrião chamada de crista neural, e que a área que será imune à calvície (laterais da cabeça e nuca) tem origem em uma outra região do embrião chamada de mesoderma.

A diferença na origem embrionária entre a área que é afetada pela AAG e a área que é imune, influencia a resposta dos folículos capilares à DHT.Ou seja, somente os folículos da região frontal, intermediária e vertex possuem receptores para se ligarem com o hormônio.

Como os folículos da região ocipital não possuem receptores para DHT, nunca sofrendo a miniaturização. Isto possibilita o tratamento da calvície de forma definitiva, através do transplante de cabelos.

 Fator hormonal

Os hormônios sexuais têm um papel importante na AAG ( alopécia androgenética ). A Testosterona reage com uma enzima chamada de 5-alfa-reductase tipo II, presente nos folículos, transformando-se em dihidrotestosterona, ou DHT. Sabe-se que os homens tem 40% mais receptores para 5 alfa redutase na região frontal e que possuem 3,5 vezes mais 5 alfa redutase do que as mulheres. Isto explica porque na maioria das vezes a calvície masculina se inicia pela região frontal.

A DHT é 5 vezes mais potente que a testosterona, e é ela quem age no folículo capilar levando à miniaturização do fio de cabelo. A Testosterona tem sua produção aumentada com o início da puberdade, por isso que muitos quadros de AAG têm início nesse período.

A quantidade de testosterona é igual nos pacientes calvos e não calvos, porém a DHT é maior nos calvos. Não existe aumento de testosterona na corrente sanguínea dos pacientes calvos, o que ocorre é uma sensibilidade dos receptores celulares, de certas regiões do couro cabeludo, a DHT nos pacientes que possuem herança genética para a calvície.

Calvície – o DHT

O termo científico mais usado para descrever a calvície de padrão masculina (Calvície de padrão comum) é Alopécia Androgenética. Andro vêm do hormônio androgênico, a testosterona, que é o hormônio masculino e genético da hereditariedade, ou seja da presença de um gene, transmitido por herança familiar.

Portanto a queda dos cabelos está direta e unicamente relacionada à associação destes dois fatores e a nada mais. 96% dos homens apresentarão perda de cabelos em estágios variáveis no decorrer de suas vidas. Não é a testosterona de forma direta que fará o link com o gen da calvície e sim a DiHidroTestosterona(DHT).

A maioria dos homens assume ou tolera esta perda sem prejuízos de seus aspectos psico-emocionais,  outros porém não aceitam ,agindo  negativamente a perda precoce de seus cabelos, podendo inclusive trazer transtornos à sua vida afetiva e profissional, piorando sua qualidade de vida. Aos 30 anos de idade, 30% dos homens apresentam Alopécia Androgenética. Aos 50 anos, 50% a tem.

A raça branca apresenta uma incidência 4 vezes maior que a raça negra de apresentar calvície prematura. Raramente a calvície se manifesta na adolescência; mais comumente após esta e sua evolução se dá de forma mais agressiva entre os 20 e 40 anos de idade.

Após sua instalação alguns homens estarão completamente calvos em 5 anos, porém a alguns podem levar de 15 a 25 anos para o padrão de calvície.Isto ocorre porque como foi dito anteriormente temos 2 fatores que definem a perda dos cabelos.Os genes e o hormônio que têm seu auge entre 20 e 40 anos de idade e posteriormente sua produção entra em declínio, diminuindo o estímulo à queda dos cabelos. Após os 55 anos de idade raramente se inicia o processo de calvície.

O processo de instalação da calvície se dá quando após a ligação da DHT com os genes da calvície, os cabelos entram em progressiva miniaturização, ficando cada vez mais finos e delicados até se transformarem em pelos e caírem de forma irreversível.

Daí o porquê de não haver como “ressuscitar” o cabelo perdido. Existe um padrão de instalação da alopécia androgenética que se inicia nas entradas, seguindo pela rarefação da área central da cabeça e culmina na área posterior da cabeça, na chamada coroa de padre.

Vários profissionais classificaram os diversos padrões de calvície em estágios que vão de 1 a 7.Preferimos a Classificação de Hamilton para os homens e a de Ludwig para as mulheres.

Entre os 20 e 50 anos de idade esse processo está em evolução, portanto procure analisar as áreas onde você já perdeu os cabelos e inclua na sua avaliação as áreas onde você percebe que seus cabelos estão mais finos e delicados, pois já estão em miniaturização e irão cair mais à frente.

E importante realizar um exame  físico somente assim você saberá qual a sua classificação de calvície, que em última análise servirá para lhe dar um prognóstico de quantos cabelos serão necessários para uma boa cobertura da área calva ou se sua calvície ainda irá se modificar.

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Maria Ferreira

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